Os brasileiros têm encontrado mais benefícios em acumular milhas. Segundo dados do Banco Central, em 2017, a quantidade de pontos expirados caiu 32%. Em comparação ao ano anterior, o estoque de pontos em programas de fidelidade cresceu 13%, mesmo com alta do dólar. Com a possibilidade de vários benefícios, mais pessoas passaram a acumular.

De olho nos benefícios

A crise econômica elevou a procura por programas de fidelidade no ano passado, mesmo com a cotação média do dólar de R$ 3,19. Em alguns cartões, US$ 1 gasto equivale a uma milha. Então quando a moeda americana se valoriza, menos pontos são acumulados. Com inúmeras opções de produtos e serviços, as pessoas começaram a procurar saber como usufruir desses benefícios sem gastar dinheiro.

Os cartões de crédito das categorias intermediário e premium têm investido na oferta de benefícios para os clientes, o que tem chamado a atenção de mais titulares. Os pontos podem ser revertidos em passagens aéreas, reservas de hotéis, alugueis de carro ou na compra de produtos e serviços de empresas associadas.

Para quem procura por voos internacionais, a alta do dólar não afeta tanto assim, pois o preço das milhas não sofre alteração por ser tabelado. Enquanto que, quando convertidos os preços em moeda americana para a moeda local, as passagens convencionais apresentam valores altos.

Venda suas milhas

Uma das opções para driblar a crise é vender as milhas aéreas acumuladas e garantir um dinheiro extra. Muitas pessoas não sabem, mas ao utilizar o cartão de crédito, estão acumulando pontos diariamente. Por isso o volume de milhas não resgatadas provoca grande desperdício de dinheiro. Só em 2017, quase 34 bilhões de pontos foram perdidos. Nesse sentido a EloMilhas, empresa especializada na compra de milhas aéreas oferece a chance dos brasileiros saírem no lucro. Faça uma cotação em nosso site e receba o pagamento antecipado!

 


Postado em 31/08/2018